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PRF em Eunápolis recupera Corolla furtado em Salvador e prende condutor por receptação

O veículo estava com placas trocadas para ‘burlar’ fiscalizações da polícia.
PRF em Eunápolis recupera Corolla furtado em Salvador e prende condutor por receptação
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PRF em Eunápolis recupera Corolla furtado em Salvador e prende condutor por receptação

ASCOM PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou neste sábado (07), na BR 367, em Eunápolis, um automóvel com sinais de adulteração e restrição de furto.

Equipe realizava fiscalização com foco no combate à criminalidade no Km 83 da BR 367, quando abordou o veículo TOYOTA/Corolla GLI, com um ocupante. Durante os procedimentos de fiscalização, foram encontradas indícios de adulterações nos elementos identificadores, o que levou a equipe a aprofundar a verificação no carro. Com técnicas de identificação veicular, os PRFs perceberam elementos que indicavam outro veículo, da mesma marca e modelo, porém com placas diferentes.

Após consulta ao sistema de dados, os agentes constataram se tratar na realidade de um veículo roubado em maio/2017, na cidade de Salvador (BA).

O motorista de 36 anos foi preso em flagrante delito pelo crime de receptação de veículo. Ele também foi autuado por embriaguez ao volante. A ocorrência foi apresentada a autoridade policial da Delegacia de Polícia Judiciária local.

O combate às fraudes veiculares é uma das áreas de atuação ordinária da PRF e ações pontuais são realizadas sempre que se constata uma maior incidência desse tipo de crime em determinadas regiões do país.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou este ano 461 veículos que circulavam com registro de roubo ou furto pelas rodovias federais que cortam o estado. O levantamento realizado até 07/12 representa um aumento superior a 5% em comparação ao mesmo período de 2018, quando foram recuperados 439 veículos.

Como funciona o crime das fraudes veiculares

Associado aos crimes de roubo ou furto, são identificados outros como uso de documento falso e receptação, o que dificulta a identificação do crime e exige uma fiscalização minuciosa por parte dos policiais.

O crime de fraudes veiculares resulta em múltiplas vítimas e está dividido em três fases distintas: o roubo, a adulteração e a revenda.

Na primeira fase temos claramente identificada a primeira vítima, que é a pessoa que teve seu veículo furtado ou roubado e, neste último caso, frequentemente com o uso de violência por parte dos criminosos.

Na segunda fase, a adulteração, os criminosos trocam a identificação do veículo e seus documentos para que pareça ser um veículo regular, também conhecida como clonagem. Neste momento o veículo recebe placas de outro veículo idêntico e o proprietário desse veículo, que se encontra em situação regular, torna-se a segunda vítima dos criminosos pois passa, muitas vezes, a receber multas de trânsito por infrações relacionadas ao veículo clonado.

A terceira e última fase é a revenda, alimentada pelo comércio ilegal desses veículos clonados, muitas vezes negociados em sites na internet por valores inferiores ao preço real do veículo. Nesta terceira fase do crime temos a terceira vítima em potencial, o comprador que, inadvertidamente, passa a ter a posse do veículo clonado.

Orientação e dicas da PRF na compra de veículo usado

Atenção redobrada deve ter também o cidadão ao realizar a compra de um veículo usado. Algumas vezes, o comprador sequer tem conhecimento da procedência ilícita do veículo e o adquire de boa fé. A PRF orienta que, na pesquisa ou ato da compra, o novo proprietário sempre desconfie de anúncios tentadores, leve-o a um mecânico de confiança e confronte as informações do documento com os elementos identificadores no veículo.

Um outro alerta quanto a veículos clonados é para os proprietários que estiverem recebendo multas em locais onde não trafegaram. Nesses casos, é importante que procurem o órgão de trânsito para relatarem a possibilidade do veículo ter sido clonado.

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou neste sábado (07), na BR 367, em Eunápolis, um automóvel com sinais de adulteração e restrição de furto.

Equipe realizava fiscalização com foco no combate à criminalidade no Km 83 da BR 367, quando abordou o veículo TOYOTA/Corolla GLI, com um ocupante. Durante os procedimentos de fiscalização, foram encontradas indícios de adulterações nos elementos identificadores, o que levou a equipe a aprofundar a verificação no carro. Com técnicas de identificação veicular, os PRFs perceberam elementos que indicavam outro veículo, da mesma marca e modelo, porém com placas diferentes.

Após consulta ao sistema de dados, os agentes constataram se tratar na realidade de um veículo roubado em maio/2017, na cidade de Salvador (BA).

O motorista de 36 anos foi preso em flagrante delito pelo crime de receptação de veículo. Ele também foi autuado por embriaguez ao volante. A ocorrência foi apresentada a autoridade policial da Delegacia de Polícia Judiciária local.

O combate às fraudes veiculares é uma das áreas de atuação ordinária da PRF e ações pontuais são realizadas sempre que se constata uma maior incidência desse tipo de crime em determinadas regiões do país.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou este ano 461 veículos que circulavam com registro de roubo ou furto pelas rodovias federais que cortam o estado. O levantamento realizado até 07/12 representa um aumento superior a 5% em comparação ao mesmo período de 2018, quando foram recuperados 439 veículos.

Como funciona o crime das fraudes veiculares

Associado aos crimes de roubo ou furto, são identificados outros como uso de documento falso e receptação, o que dificulta a identificação do crime e exige uma fiscalização minuciosa por parte dos policiais.

O crime de fraudes veiculares resulta em múltiplas vítimas e está dividido em três fases distintas: o roubo, a adulteração e a revenda.

Na primeira fase temos claramente identificada a primeira vítima, que é a pessoa que teve seu veículo furtado ou roubado e, neste último caso, frequentemente com o uso de violência por parte dos criminosos.

Na segunda fase, a adulteração, os criminosos trocam a identificação do veículo e seus documentos para que pareça ser um veículo regular, também conhecida como clonagem. Neste momento o veículo recebe placas de outro veículo idêntico e o proprietário desse veículo, que se encontra em situação regular, torna-se a segunda vítima dos criminosos pois passa, muitas vezes, a receber multas de trânsito por infrações relacionadas ao veículo clonado.

A terceira e última fase é a revenda, alimentada pelo comércio ilegal desses veículos clonados, muitas vezes negociados em sites na internet por valores inferiores ao preço real do veículo. Nesta terceira fase do crime temos a terceira vítima em potencial, o comprador que, inadvertidamente, passa a ter a posse do veículo clonado.

Orientação e dicas da PRF na compra de veículo usado

Atenção redobrada deve ter também o cidadão ao realizar a compra de um veículo usado. Algumas vezes, o comprador sequer tem conhecimento da procedência ilícita do veículo e o adquire de boa fé. A PRF orienta que, na pesquisa ou ato da compra, o novo proprietário sempre desconfie de anúncios tentadores, leve-o a um mecânico de confiança e confronte as informações do documento com os elementos identificadores no veículo.

Um outro alerta quanto a veículos clonados é para os proprietários que estiverem recebendo multas em locais onde não trafegaram. Nesses casos, é importante que procurem o órgão de trânsito para relatarem a possibilidade do veículo ter sido clonado.

Fonte

ASCOM PRF

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