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Quarta, 12 de agosto de 2020
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Saúde

Infecção por ameba comedora de cérebro gera alerta na Flórida; já teve caso no Brasil

a presença dessa ameba em represas é comum, mas as infecções são raras, saiba como prevenir.

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Um caso de uma rara ameba “comedora de cérebro” foi confirmado no Estado americano da Flórida, segundo autoridades de saúde locais e em plena pandemia do coronavírus, esta notícia assusta ainda mais pela sua letalidade.

O Departamento de Saúde da Flórida afirmou que uma pessoa no condado de Hillsborough contraiu Naegleria fowleri, uma microscópica ameba unicelular que causa infecção no cérebro.

Frequentemente encontrada em água morna, a ameba entra no corpo pelo nariz.

Não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde do paciente ou sobre a maneira com que contraiu a ameba — que não passa de uma pessoa para outra. No Brasil, a ameba está presente e, um caso de morte por esse parasita foi confirmado até hoje, segundo o Portal R7. 

Ameba “comedora de cérebro” no Brasil

No Brasil, existem diversos tipos de ameba de vida livre, inclusive a Naegleria fowleri. Apesar disso, a comunidade científica não registra casos de contaminação em humanos.

De acordo com Ciccone Miguel, parasitologista do Departamento de Biologia Animal da Unicamp, já foram registrados pelo menos cinco casos de infecção por amebas de vida livre, porém, para apenas um caso confirmou-se que a espécie Naegleria fowleri foi a responsável pela morte do indivíduo. Mesmo assim, este caso ainda é considerado contraditório.

“Essa questão é bastante complexa porque os achados, que datam de uma publicação científica de 1985, afirmam que havia um total de 5 casos de meningoencefalite amebiana primária detectados no Brasil (2 em São Paulo, 2 no Ceará e um no Rio de Janeiro). Porém, para apenas um deles foi confirmada a presença de Naegleria fowleri no cérebro do paciente, depois que ele faleceu”, explica o professor. 

O que se pode afirmar com certeza é que em 2009 foi confirmada a morte de um bezerro por meningoencefalite causada pela ameba comedora de cérebro no Estado da Paraíba.

Como evitar a contaminação

Esse tipo de ameba vive em águas mais aquecidas e é resistente a altas temperaturas, suportando um aquecimento de até 45º C. Para evitar o contágio, o ideal é não nadar em lagos ou lugares de água parada. Se for fazer, o melhor é proteger o nariz para evitar que a ameba “comedora de cérebro” entre no organismo. Vale ressaltar que uma pessoa infectada não é capaz de transmitir este parasita para outra pessoa.

Aqueles infectados pela ameba apresentam sintomas como febre, náusea, vômito, rigidez na nuca e dores de cabeça. A maioria morre em até uma semana. Estima-se que 97% dos infectados morrem.

Fonte/Créditos: BBC News/R7

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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