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Gatos podem comer corpos humanos e têm preferência por tecidos dos braços, diz estudo

A descoberta foi feita por cientistas da Universidade Colorado Mesa, nos Estados Unidos
Gatos podem comer corpos humanos e têm preferência por tecidos dos braços, diz estudo
Reprodução

Gatos podem comer corpos humanos e têm preferência por tecidos dos braços, diz estudo

Folhapress

Imagine se você morresse sozinho na sua casa, apenas na companhia do seu gato. Com o passar dos dias, conforme o estado de decomposição avançasse, o bichano não hesitaria em comer seu corpo.

Ficou chocado? E se você descobrisse que ele teria predileção pelos tecidos mais moles dos seus braços e ombros?

A descoberta foi feita por cientistas da Universidade Colorado Mesa, nos Estados Unidos.

Segundo os autores do estudo, dois gatos foram atrás de carne humana na Forensic Investigation Research Station, estação de pesquisa forense em Whitewater, no Colorado, que investiga a decomposição do corpo humano.

O estudo do grupo ajuda policiais e médicos legistas a entenderem o que é natural acontecer com um corpo deixado ao ar livre. Esse tipo de pesquisa pode ajudar a desvendar crimes e revelar a causa da morte em casos misteriosos, por exemplo.

Para isso, 40 corpos doados à universidade foram deixados sobre a terra em uma área aberta da estação de pesquisa por 35 dias.

As câmeras instaladas no local registraram dois gatos ferais (animais que vivem nas ruas e têm pouco ou nenhum contato com pessoas) escalando as cercas de três metros de altura da instalação para comer os corpos.

 Os pesquisadores observaram que cada gato escolheu apenas um corpo para comer e voltavam a ele todas as noites, em vez de experimentar outros cadáveres.

As áreas preferidas pelos felinos foram tecidos moles dos braços, dos ombros e ao redor do peito.

O primeiro gato optou pelo corpo de uma mulher de 79 anos e comeu partes do braço esquerdo e do peito.

Já o segundo gato preferiu o cadáver de um homem de 70 anos e abocanhou o braço e o abdômen.

De acordo com Sara Garcia, uma das autoras do estudo, o caso indica que quando os felinos encontram uma comida que gostam, são fiéis a ela.

O problema, segundo ela, é que projetamos certas condutas morais em nossos animais de estimação e esperamos que eles sigam essas regras.

No entanto, eles são apenas animais. E sentem fome.

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Imagine se você morresse sozinho na sua casa, apenas na companhia do seu gato. Com o passar dos dias, conforme o estado de decomposição avançasse, o bichano não hesitaria em comer seu corpo.

Ficou chocado? E se você descobrisse que ele teria predileção pelos tecidos mais moles dos seus braços e ombros?

A descoberta foi feita por cientistas da Universidade Colorado Mesa, nos Estados Unidos.

Segundo os autores do estudo, dois gatos foram atrás de carne humana na Forensic Investigation Research Station, estação de pesquisa forense em Whitewater, no Colorado, que investiga a decomposição do corpo humano.

O estudo do grupo ajuda policiais e médicos legistas a entenderem o que é natural acontecer com um corpo deixado ao ar livre. Esse tipo de pesquisa pode ajudar a desvendar crimes e revelar a causa da morte em casos misteriosos, por exemplo.

Para isso, 40 corpos doados à universidade foram deixados sobre a terra em uma área aberta da estação de pesquisa por 35 dias.

As câmeras instaladas no local registraram dois gatos ferais (animais que vivem nas ruas e têm pouco ou nenhum contato com pessoas) escalando as cercas de três metros de altura da instalação para comer os corpos.

 Os pesquisadores observaram que cada gato escolheu apenas um corpo para comer e voltavam a ele todas as noites, em vez de experimentar outros cadáveres.

As áreas preferidas pelos felinos foram tecidos moles dos braços, dos ombros e ao redor do peito.

O primeiro gato optou pelo corpo de uma mulher de 79 anos e comeu partes do braço esquerdo e do peito.

Já o segundo gato preferiu o cadáver de um homem de 70 anos e abocanhou o braço e o abdômen.

De acordo com Sara Garcia, uma das autoras do estudo, o caso indica que quando os felinos encontram uma comida que gostam, são fiéis a ela.

O problema, segundo ela, é que projetamos certas condutas morais em nossos animais de estimação e esperamos que eles sigam essas regras.

No entanto, eles são apenas animais. E sentem fome.

Fonte

Folhapress

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